Business Care

O Business Care objetiva a melhoria da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT), objetiva aperfeiçoar o Senso de Saúde, ou seja, a busca do bem estar do funcionário; o quanto isso é importante para a empresa de ter o funcionário feliz, satisfeito. O quanto ele vai produzir mais do seu trabalho.

Em 2013, o Brasil registrou um total de 717.911 de trabalhadores que sofreram algum tipo de acidente de trabalho. Deste total, 559.081 casos com CAT registrado e, mais de 15 mil casos, por motivo de doença do trabalho (Fonte: previdência.org.br).

Não é de hoje que as organizações estão pensando e planejando de forma estratégica meios para conter os números de doenças que o trabalho pode oferecer aos seus colaboradores. Um funcionário que adoece, pode desencadear um efeito dominó de doenças na empresa, por exemplo, um ótimo funcionário, com domínio total de suas tarefas e atribuições, ao estrar de auxílio doença, poderá gerar um série de preocupações ao seu gestor (por ter que dar conta de suprir as demandas daquele cargo), aos colegas de trabalho (condições físicas e psicológicas pela sobrecarga de trabalho que irão desenvolver do colega afastado) e para a própria empresa, correndo o risco de não dar conta de atender aos prazos, datas e até mesmo qualidade do serviço prestado, comprometendo assim sua imagem e a garantia de um bom trabalho.

Qualquer funcionário em qualquer cargo poderá desenvolver uma doença por conta de seu trabalho. “Quando a exposição ao estresse é permanente, a pessoa tem reduzida a resistência e fica mais vulnerável a vírus e bactérias, surgindo as gripes de repetição e outras doenças. A fase seguinte é de quase exaustão e a pessoa vivencia uma gangorra emocional”, explica a Julyana Andrade Vieira Caporal, coordenadora do Setor de Qualidade de Vida do Imtep, instituto ligado à medicina do trabalho (Fonte: Gazeta do Povo).

Outro dado a ser avaliado: Em 2012, o Brasil apresentou a prevalência de 54% de atestados, ou seja, mais da metade dos trabalhadores apresentaram pelo menos um atestado médico no ano (Revista Latino-Americana de Enfermagem).

Ocorre que, grande parte desses transtornos podem ser evitados.

Pensando em uma forma de reduzir o número de colaboradores que adoecem no trabalho e também em oferecer recursos para os que já estão doentes a voltar ao trabalho com maior qualidade de vida e saúde, o Business Care propõe oferecer uma gama de serviços e profissionais como agentes potencializadores de saúde e bem estar, cuidando assim, de maneira geral, da boca, voz, alimentação, organismo, corpo físico e mental dos funcionários, como forma de prevenção a doenças e promovendo bem estar e uma melhor qualidade de vida para os funcionários. Para isso, temos os seguintes profissionais responsáveis em promover este trabalho: Dentista, Fonoaudiólogo, Nutricionista, Enfermeira, Fisioterapeuta, Psicólogo e também Técnico de Segurança no Trabalho.

A preocupação não só com a saúde dos trabalhadores, mas com a qualidade de vida a ser empregada no local de trabalho, é tendência mundial. 

 

Hora de repensar os programas de saúde nas empresas // Saúde Web

Recente artigo publicado na Harvard Business Review (fevereiro de 2016), escrito por pesquisadores do Institute for Healthcare Improvement (IHI) destaca a união de vinte grandes empregadores americanos para buscar, efetivamente, atingir os objetivos do “triple aim”, ou seja, melhor atenção à saúde para as pessoas, mais saúde para as populações e menores custos per capita. Esta integração envolve cinco estratégias:

Não apenas busque melhorar a sua posição. Mude o jogo. Apenas ir melhorando o que já está sendo feito não é suficiente. Não adianta só aprimorar a auditoria médica, as redes assistenciais ou o controle de fraudes. É preciso buscar ações integradas envolvendo empregadores (compradores), fornecedores de serviços e operadoras de saúde. Engajar os sistemas de saúde na mudança. As empresas buscam melhorar a atenção à saúde com menores custos, mas elas não provêm serviços. A estratégia deve envolver médicos, centros diagnósticos e hospitais para que se envolvam no movimento de buscar o melhor cuidado com o menor custo. Isso exige transparência e ética. Definir uma estratégia de mensuração de resultados que seja simples e focada nos desfechos. Ela deve fazer sentido para os empregadores, para os beneficiários e para os provedores. Selecionar as prioridades e não perder tempo com indicadores de processo ou que não estejam diretamente ligadas à estratégia. Lembrar-se que todas as mudanças são locais. Sempre é bom lembrar que é muito difícil reproduzir um modelo ou experiência para todos os locais e é importante considerar as diferenças culturais, sociais, de gênero e nível educacional. Torne simples para facilitar a adesão dos outros stakeholders.

Num cenário de dificuldades econômicas, é momento dos gestores de programas de saúde na empresa realizarem um “reset” no que estão realizando e buscar maximizar os esforços e investimentos nas ações realmente estratégicas e com desfechos mensuráveis.

É certo que a vida do trabalho esta intimamente ligada com a vida pessoal.

Em entrevista à Revista Época, Marcio Fernandes, CEO da Elektro, ficou conhecido por sua filosofia de gestão ancorada na felicidade. Para ele, as empresas têm de criar uma relação de afetividade com os trabalhadores.

Parte da entrevista está aqui descrita.

“É certo que a vida do trabalho esta intimamente ligada com a vida pessoal.

Elas estão sempre misturadas. O problema é quando tentamos separar. Na minha visão, quando você fala “na minha vida pessoal, eu não sou assim” ou “no meu trabalho tenho que assumir uma postura diferente da minha vida pessoal”. Isso gera um peso. É uma máscara difícil de carregar e manter. Sou um grande adepto da ideia de que temos uma única vida. E ela não é divida em duas partes. Eu sou o que eu sou no trabalho. E eu sou o que eu sou na vida pessoal. As duas coisas são a mesma. O que é importante deixar bem claro é que há quatro momentos que a gente precisa garantir. O tempo para trabalhar, o para família, o para dormir e o para você mesmo. Não significa sejam excludentes.

A perda de produtividade está na falta de coerência, por exemplo: “faça o que eu falo, não faça o que eu faço”. Isso é muito frequente, infelizmente, nessas empresas com gestão tradicional, fadada à morte. Essa coisa da retenção também. É impossível fazer uma gestão de engajamento em um ambiente onde você compra a permanência da pessoa. É péssimo.”

Objetivos:

O presente projeto objetiva buscar a qualidade de vida dos trabalhadores através da qualidade física através de trabalho desenvolvido com fisioterapeutas; Qualidade orgânica – nutricionista; Qualidade mental e psíquica – psicólogo; Evitando enfermidades ou auxiliando na enfermidade com a enfermeira.

A saúde dos trabalhadores é condicionada por fatores sociais, econômicos, tecnológicos e organizacionais relacionados ao perfil de produção e consumo, além de fatores de risco de natureza físicos, químicos, biológicos, mecânicos e ergonômicos presentes nos processos de trabalho particulares. De modo esquemático, pode-se dizer que o perfil de morbimortalidade dos trabalhadores no Brasil, na atualidade, caracteriza-se pela coexistência de:

- agravos que têm relação com condições de trabalho específicas, como os acidentes de trabalho típicos e as “doenças profissionais”;

- doenças que têm sua freqüência, surgimento ou gravidade influenciados pelo trabalho, denominadas “doenças relacionados ao trabalho” e;

- doenças comuns ao conjunto da população, que não guardam relação de causa com o trabalho, mas condicionam a saúde dos trabalhadores.

No período de 1999 a 2003, a Previdência Social registrou 1.875.190 acidentes de trabalho, sendo 15.293 com óbitos e 72.020 com incapacidade permanente, média de 3.059 óbitos/ano, entre os trabalhadores. O coeficiente médio de mortalidade, no período considerado, foi de 14,84 por 100.000 trabalhadores.

A comparação deste coeficiente com o de outros países, tais como Finlândia 2,1 (2001); França de 4,4 (2000); Canadá 7,2 (2002) e Espanha 8,3 (2003), demonstra que o risco de morrer por acidente de trabalho no Brasil é cerca de duas a cinco vezes maior do que nos referidos países.

No mesmo período mencionado, o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS concedeu 854.147 benefícios por incapacidade temporária ou permanente devido a acidentes do trabalho, ou seja, a média de 3.235 auxílios-doença e aposentadorias por invalidez por dia útil. No mesmo período, foram registrados 105.514 casos de doenças relacionadas ao trabalho.

Cabe ressaltar que acidentes e doenças relacionados ao trabalho são agravos previsíveis e, portanto, evitáveis. Em 2003, segundo o Anuário Estatístico da Previdência Social, as lesões de punho e da mão representaram 34,20 % dos acidentes. O trabalho em máquinas e equipamentos obsoletos e inseguros são responsáveis por cerca de 25% dos acidentes do trabalho graves e incapacitantes registrados no país.

A adoção das novas tecnologias e métodos gerenciais nos processos de trabalho contribuem para modificar o perfil de saúde, adoecimento e sofrimento dos trabalhadores. Entre as doenças relacionadas ao trabalho mais freqüentes estão as Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Ósteo- Musculares Relacionados ao Trabalho (LER / DORT).

A prevalência de posturas inadequadas mantidas por longo tempo, durante a jornada de trabalho são fatores que predispõem quadros de dor e desconforto ocorrendo injúrias e impossibilitando muitas vezes a atuação efetiva do trabalhador.

Tendo em vista esse panorama, a prática regular de atividade física é um investimento de baixo custo e de grande retorno para os colaboradores e para a empresa. São observadas a influência positiva e os diversos benefícios do investimento na saúde e qualidade de vida do funcionário junto aos objetivos de crescimento da empresa, garantindo, consequentemente, qualidade em prestação de serviços e produtos, bem como no processo de produção e execução de serviços.

Tecnologia traz conforto, facilidades, diminui o tempo de qualquer tarefa a ser realizada além de muitas outras vantagens. A consequência natural dessa situação é o sedentarismo, também denominado de inatividade física. A falta de atividade física regular de forma natural no cotidiano da sociedade traz forte impacto na vida e, como consequência, uma deterioração na saúde das mesmas.

A informatização e mecanização do trabalho proporcionaram o desenvolvimento de um importante grupo de disfunções orgânicas conhecidas como Lesões por Esforços Repetitivos (LER) ou Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), as quais são desenvolvidas a partir de atitudes corporais inadequadas nos postos de trabalho e por falta de uma atividade física específica orientada antes, durante e após os horários de trabalho. Dentre as disfunções músculo-esqueléticas adquiridas por meio de atividades laborais inadequadas, as patologias referidas acima representam o principal grupo de agravos à saúde.

Para a implantação do Programa de Qualidade de Vida no Trabalho, necessário a contratação dos seguintes profissionais, com as seguintes jornadas:

Psicólogo

Planejar e executar atividades utilizando técnicas psicológicas, aplicadas ao trabalho, escola e às áreas de saúde e ação social, clínica psicológica. Para cuidados da mente e bem estar psíquico dos colaboradores, a fim de promover uma melhor qualidade de vida no trabalho, reduzindo chances de estresse (casos mais acentuados, a síndrome de Burnout) e oferecendo uma melhor relação interpessoal com clientes, colegas e chefias.

Enfermeiro

Diagnosticar as necessidades de enfermagem no ambiente de trabalho e elaborar plano de assistência a ser prestada em serviço de proteção, recuperação, preservação e reabilitação da saúde do trabalhador; padronizar normas e procedimentos de enfermagem e monitorar o processo de trabalho, estabelecendo as prioridades e avaliando os resultados; Estuda as condições de segurança e periculosidade da empresa efetuando observações no local de trabalho e discutindo-as em equipe para identificar as necessidades no campo de segurança, higiene e melhoria no trabalho;

Fisioterapeuta (Ginastica Laboral)

Coordenar, executar, supervisionar e avaliar as atividades de assistência de fisioterapia na implementação de ações de promoção e prevenção à acidentes do trabalhador; contribuindo para uma melhor qualidade de vida; têm o objetivo de minimizar o impacto negativo do sedentarismo na vida dos trabalhadores, melhorando o estado geral de saúde e bem estar, sem levar o funcionário a grande esforço. avaliação postural; Palestras com assuntos preventivos diversos; Desenvolvimento de trabalhos de coordenação motora, flexibilidade, equilíbrio e resistência muscular;

Dentista

Realizar levantamento epidemiológico para traçar o perfil de saúde bucal dos funcionários da contratante; Realizar os procedimentos clínicos definidos na Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde - NOB/SUS 96 - e na Norma Operacional Básica da Assistência à Saúde (NOAS); Coordenar ações coletivas voltadas para promoção e prevenção em saúde bucal; Programar e supervisionar o fornecimento de insumos para as ações coletivas; Capacitar as equipes de saúde da família no que se refere às ações educativas e preventivas em saúde bucal.

Nutricionista

A consulta de nutrição inicial, tem o objetivo de levantamento de informações que possibilitem o diagnóstico nutricional com vistas à prescrição dietética e orientação dos pacientes de forma individualizada. Educação Alimentar e Nutricional: Através de palestras, este procedimento é realizado junto ao grande grupo de trabalhadores, ou parte dele, em local, data e horário pré-estabelecido, aconselhando e orientando mudanças necessárias para a melhoria da qualidade de vida.

Técnico Segurança Trabalho

É um conjunto de ciências e tecnologias que tem objetivo de promover a proteção do trabalhador no seu local de trabalho, visando a redução de acidentes e doenças ocupacionais. A área de segurança e saúde ocupacional o TÉCNICO DE SEGURANÇA DO TRABALHO tem o objetivo e identificar, avaliar e controlar a situações de risco, proporcionando um ambiente seguro e mais saudável no ambiente do trabalho. Dividindo as classificações do seguinte modo!

  - Prevenção de acidentes;

  - Promoção da saúde;

  - Prevenção de incêndio.

Oftalmologista

Prestar assistência médica, bem como elaborar, executar e avaliar planos, programas e subprogramas de saúde. Atendimento por meio de ações que previnem as doenças e promovam a saúde; utilizar as técnicas de oftalmologia geral aprendidas na especialidade, aplicando-as; coordenar serviços e programas de saúde; realizar pericias; auditorias e sindicâncias; elaborar documentos que difundem conhecimentos na respectiva área.  

Fonoaudiólogo

O fonoaudiólogo é um profissional da saúde e atua em pesquisa, orientação, perícias, prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento fonoaudiológico na área da comunicação oral e escrita, voz, audição e equilíbrio, sistema nervoso e sistema estomatognático incluindo a região cérvicofacial. Elabora programas de prevenção na saúde auditiva; Avalia as deficiências de comunicação do paciente, tanto verbal como não verbal, tais como: fala, linguagem, voz, audição, leitura e escrita; O objetivo final desse trabalho é o apoio ao Empresário, ao Gestor, buscando a Qualidade de Vida no Trabalho.

Fontes:

http://www.previdencia.gov.br/dados-abertos/aeat-2013/estatisticas-de-acidentes-do-trabalho-2013/subsecao-c-acidentes-do-trabalho-segundo-a-cid/tabelas-c-2013/
http://www.gazetadopovo.com.br/saude/cuidado-o-trabalho-pode-nos-adoecer-ebyly5ti4jqz6bljbpqd2bxam).
http://revistacorpore.com.br/materias/avancos-da-medicina/nutrologia/trabalhador-saudavel-empresa-produtiva
http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/09/respeitar-uma-pessoa-no-trabalho-nao-e-so-falar-baixo-com-ela.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=post